O Mundial do Catar está on! Além de prestarmos atenção na habilidade das seleções com a bola nos pés, o torneio é uma boa oportunidade para conhecer mais sobre os países participantes e, quem sabe, programar as suas próximas viagens em alguns deles. Inspirados pelo caldeirão cultural que é um Mundial, escolhemos cinco destinos capazes de agradar em diversas frentes. Confira também algumas sugestões de peças que podem ser perfeitas para a visita!
Argentina – Vinícolas de Mendoza

Nem só de craques do futebol vive o nosso país hermano. As vinícolas de Mendoza são um dos principais destinos quando o assunto é o enoturismo – viagens dedicadas à apreciação de vinhos. Considerada uma das grandes capitais do vinho, Mendoza possui mais de 1.200 vinícolas em atividade, e mais de 100 dessas estão abertas para visitação.
Mendoza é o foco da Rota do Vinho na Argentina. O território elevado, com média de 746 metros de altitude, está ao lado da Cordilheira dos Andes. De clima árido e solo ideal para vinicultura, a cidade é responsável por mais de 70% da produção de vinho argentino.
As Vinícolas Mendoza são divididas por regiões. As principais são:
Região de Lujan de Cuyo – fica a aproximadamente 16 Km do centro e é onde estão concentradas a maioria das vinicolas de Mendoza. Dica: Catena Zapata.
Região de Valle de Uco – um pouco mais distante de Mendoza, as vinícolas da região ficam a uma distância de 1h da cidade. Dica: Domaine Bousquet.
Região de Maipú – também próximo a Mendoza, a cerca de 12 Km da cidade. É onde estão as mais modernas. Dica: Bodega La Rural.
França – Arte em Paris

Além dos belos gols de Mbappé e seus companheiros, a França também oferece uma infinidade de museus para que possamos admirar o melhor da arte mundial. Fuja das filas intermináveis do Louvre e conheça o Museu d’Orsay, um dos melhores museus de arte do mundo. Ele está localizado na antiga estação ferroviária de Gare d'Orsay e abriga uma das maiores coleções de arte da França. A seção principal do museu é dedicada a pinturas do impressionismo e pós-impressionismo, mas você também poderá conferir esculturas, fotografias e móveis. Essa é considerada uma das melhores galerias de Paris, contendo obras-primas como "O baile no moulin de la Galette", de Renoir, "Natureza-morta com maçãs e laranjas", de Cézanne, autorretratos de Van Gogh e várias outras obras excepcionais que você terá a oportunidade de conferir. O d'Orsay é um museu bem fácil de visitar, ainda mais se comparado ao vizinho Louvre. Afinal, são apenas três níveis, que se dividem principalmente entre obras datadas de 1848 a 1914.
Holanda – o charme de Amsterdã

A capital da Holanda é uma verdadeira poesia. Muito formosa, ela logo encanta os turistas de primeira. Ela tem um ar de cidade pequena, por conta dos tradicionais prédios holandeses, ruas de paralelepípedos e pelas charmosas pontes sobre os canais. Aliás, água por lá é que não falta.
Amsterdã é sem dúvida, uma das principais cidades da Holanda para conhecer por vários motivos, a começar por sua beleza urbana e clássica. E as atrações turísticas também são seus pontos altos.
Afinal, por lá, você pode conhecer o Museu Van Gogh, onde estão expostas importantes obras de Rembrandt e Vermeer, por exemplo.
O Museu da Anne Frank também merece ser visitado. É uma experiência muito enriquecedora: você fará um trajeto na antiga casa de Anne, onde ela mesma relata em seu diário, o período em que viveu escondida durante o holocausto.
Visite também os parques, que são lindos em todas as estações. No verão, é possível observar os lagos, mas, no inverno, dá para patinar no gelo.
Se conseguir, tire também uma foto no letreiro, que hoje, é itinerante. Faça a tradicional foto no “I amsterdam”. Visite também a Red Light, o famoso bairro boêmio onde a prostituição é autorizada.
Não vá embora sem antes fazer um passeio de bicicleta pelas ciclovias da cidade. Ah, por lá, existem regras de trânsito também para os ciclistas. Preste atenção!
Espanha – Música, cinema e gastronomia no País Basco

San Sebastián, também chamada de Donostia, é uma cidade que fica no norte da Espanha, no País Basco. É um destino bonito, com praia e outros atrativos que fazem com que seja uma das partes mais turísticas da região. O centro histórico – ou parte velha da cidade –, marcado por ruas bem estreitas e cheias de charme, é onde há mais turismo, restaurantes e lugares típicos. Ali fica também o Museu de San Telmo, com coleções arqueológicas e etnográficas, e a Plaza de la Constitución. Nos restaurantes, você verá muitos ”pintxos”, as tapas típicas do País Basco. Vale a pena provar!
Todos os anos, é celebrado em San Sebastián o Festival de Jazz, que acontece normalmente em julho. É um evento aberto a todo o público e, sem dúvidas, um dos mais importantes desse destino. O festival acontece em seis dias de muita música, além de mais de 60 pontos espalhados pela cidade, com cenários sempre incríveis.
Anualmente, também acontece na cidade o Festival Internacional de Cinema, sempre no mês de setembro, uma das épocas com mais turismo na cidade. A primeira edição do festival foi em 1953 e, desde então, a cidade sempre celebra este que é um dos festivais de cinema mais importantes e prestigiados em todo o mundo.
O Mercado de la Brexta é muito tradicional em San Sebastián, e se moderniza a cada ano. Ali se encontram várias bancas vendendo alimentos e outros itens. Por lá, você encontrará dois prédios dedicados a esse mercado, divididos por produtos: peixes, frutas, verduras, entre outros. Para os turistas e amantes de gastronomia, é imperdível!
Japão – Arte na ilha

Além da infinidade de programas culturais e gastronômicos em Tóquio, reserve um ou dois dias para visitar a ilha de Naoshima, um verdadeiro museu a céu aberto. Pense em uma escultura de abóbora amarela gigante com o azul do mar ao fundo. A obra de Yayoi Kusama é uma das mais famosas de Naoshima, e cartão-postal da pequena ilha no mar de Seto.
Agora pense em arquitetura contemporânea (das grandes) com formas geométricas perfeitamente moldadas à paisagem litorânea e em mais obras de arte a céu aberto, como o nosso inovador e mineiro Inhotim.
Junte aí museus onde é possível se hospedar, e ter acesso 24 horas ao que exibem. Imagine também uma instalação de arte mesclada com uma casa de banhos pública, onde visitantes se banham e interagem com o local composto por objetos reciclados vindos de todo o país. Incrível, não é mesmo?
Além de artistas japoneses consagrados, há Jean Claude Monet nessa “ilha de arte”, que se fez como tal com o objetivo de dedicar o local à arte, educação e para trazer à memória o significado de “viver bem”. Um lugar bucólico para pausar o ritmo cosmopolita de outras cidades japonesas.
